Albano Jerónimo e o Cais 14

“Aqui tudo começou.
Aqui mergulhei, brinquei e fiz amigos.
Aqui, no Cais 14 em Alhandra, vi mundos e perscrutei sonhos novos e antigos. O Tejo é e foi um íntimo confidente do que em segredo desejava.
A Mãe que se transforma dia após dia e revela-se a luta no corpo mulher que a compõe.
A filha que me empurra sempre para mais e pra frente. O maaarrrr meu amor, o mar!
A terna mulher que desenha com os seus cabelos de guerreira o caminho, sempre lado a lado e o futuro da mãe natureza.
Os irmãos, que tiveram a sensibilidade de me ensinar a ser livre nas falhas e no tentar permanente.
A família que se estende, qual polvo, para novas geografias.
Tudo e todos besuntados com amor.
Hoje, parto num marear de emoções, mas consciente de que do outro lado do oceano a vida desafia-me o espírito combativo.
O salto de fé, sem saber o que o fim trará. O ponto exacto para o salto.
Agregar-me ao que desconheço, amar a evidência das coisas que desconheço.
A entrega que só é possível por ter uma equipa, este ensamble que se completa com a Cecília, o Steve, o Richard e o Pedro.
A estranheza da libertação.

Marinheiro, sou.
Até já.”

Escrito por Albano Jerónimo na sua conta de Instagram

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